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PREFEITURAS-INDÚSTRIAS-COMÉRCIO

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PREFEITURAS-INDÚSTRIAS-COMÉRCIO

 

ASSESSORIA PARA PREFEITURAS     
 DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL 
CAPACITAÇÃO
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(veja também PLANO DIRETOR)

 
Megastarh-Assessoria em Recursos Humanos proporcionará satisfação na arte de administrar. Os cursos e os treinamentos irão auxiliar a lubrificar as engrenagens do relacionamento e estimularão positivamente o servidor que, por sua vez estará apto a ser uma extensão do prefeito junto a sua população.
 
DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL
CAPACITAÇÃO
 
Intermediação entre a chefia e o servidor alguma divergência substancial em relação ao resultado da avaliação;
 
Os fatores de desempenho:
 
·        Qualidade do trabalho;
·        Produtividade no trabalho;
·        Iniciativa;
·        Presteza;
·        Aproveitamento em programas de capacitação;
·        Assiduidade;
·        Pontualidade;
·        Administração do tempo; e
·        Uso adequado dos equipamentos do serviço.
·         
A assessoria para a Prefeitura Municipal na capacitação de seus servidores, terá como objetivos:
 
I - criar e desenvolver hábitos, valores e comportamentos adequados ao digno exercício da função pública;
II - capacitar o servidor para o desempenho de suas atribuições específicas, orientando-o no sentido de obter os resultados desejados pela Administração;
III - estimular o desenvolvimento funcional, criando condições propícias ao constante aperfeiçoamento dos servidores;
IV - integrar os objetivos pessoais de cada servidor, no exercício de suas atribuições, às finalidades da Administração como um todo.
 
Instituiremos por opção do Prefeito três os tipos de capacitação:
 
I - de integração, tendo como finalidade integrar o servidor no ambiente de trabalho, através de informações sobre a organização e o funcionamento da Prefeitura Municipal;
II - de formação, objetivando dotar o servidor de conhecimentos e técnicas referentes às atribuições que desempenha, mantendo-o permanentemente atualizado e preparando-o para a execução de tarefas mais complexas, com vistas à promoção;
III - de adaptação, com a finalidade de preparar o servidor para o exercício de novas funções, quando a tecnologia absorver ou tornar obsoletas aquelas que vinha exercendo até o momento.
 
Os treinamentos serão sempre de caráter objetivo e prático e será ministrado, direto na pela Prefeitura Municipal:
 
I - com a utilização local próprio;
 
II - mediante o encaminhamento de servidores para cursos em estágios probatórios;
 
Treinamentos
 
            Para as chefias de todos os níveis hierárquicos que participarão dos programas de treinamento:
 
I - identificando e analisando, no âmbito de cada órgão, as necessidades de treinamento, estabelecendo programas prioritários e propondo medidas necessárias ao atendimento das carências identificadas e à execução dos programas propostos;
II - facilitando a participação de seus subordinados nos programas de capacitação e tomando as medidas necessárias para que os afastamentos, quando ocorrerem, não causem prejuízos ao funcionamento regular da unidade administrativa;
III - desempenhando, dentro dos programas de treinamento aprovados, atividades de instrutor;
IV - submetendo-se a programas de treinamento relacionados às suas atribuições.
 
Suporte à Divisão de Recursos Humanos, em colaboração com os demais órgãos de igual nível hierárquico, elaboração e coordenação para a execução de programas de treinamento.
 
 
Independentemente dos programas previstos, cada chefia desenvolverá a empresa Mega Starh as atividades de treinamento em serviço, em consonância com o programa de capacitação estabelecido pela Administração através de:
 
I - reuniões para estudo e discussão de assuntos de serviço;
II - divulgação de normas legais e aspectos técnicos relativos ao trabalho, e orientação quanto ao seu cumprimento e à sua execução;
III - discussão dos programas de trabalho do órgão que chefia e de sua contribuição para o sistema administrativo;
IV - utilização de rodízio e de outros métodos de capacitação em serviço, adequados a cada caso.
 
 

Desenvolvimento pessoal:

Anteriormente o trabalho estava voltado somente para a produção de bens e serviços, o trabalhador era visado como “uma peça de engrenagem”. Sendo assim o individuo tornou-se limitado ocasionando uma fragmentação do conhecimento.

O grande desafio é resgatar uma visão integrada do homem, enfraquecida em função do excesso de especializações. Entretanto a nossa empresa tem como objetivo reciclar os profissionais, considerando as descobertas de suas competências e aperfeiçoando a atuação profissional oferecendo assessoria as empresas, proporcionando assim um espaço para aprendizagem grupal, no âmbito do trabalho.

 

Estamos em um momento ainda mais delicado. Muitas empresas parecem missa de corpo presente: dezenas de corpos sem espírito jazendo dentro de andares e mais andares de escritórios e chãos-de-fábricas onde há mais vida nas máquinas do que em quem as opera. grifo nosso -  Se queremos que nossos colaboradores estejam comprometidos com o sucesso de nossas iniciativas e de nossas organizações, temos que rever nossa forma de envolvê-los nestes processos.
CUPAIOLO, Eduardo. Change Management – como se vive sem?. Disponível em: <http://www.peopleside.com.br/destaques/72.php>. Acesso em: 02 fev. 2006.

JUSTIFICATIVA

“Gente motivada faz bem feito, reduz desperdícios, atende melhor, convive melhor e gera comprometimento”.

EMPRESAS & INDÚSTRIAS
 
 
 
Pergunta: o quê, definitivamente, têm impedido que organizações – dos mais variados portes e segmentos, possuidoras de acesso aos mais excelentes recursos materiais, tecnológicos e humanos – consigam implantar mudanças com êxito?
 
Resposta: gestores e metodologias falham no ponto mais sensível do processo de transformação: lidar com as pessoas.
 
(...)
Change Management – como se vive sem?
 
Há alguma coisa bastante estranha no comportamento de algumas pessoas apaixonadas por emoções fortes.
 
E não estou falando de esporte radicais como pára-quedismo ou alpinismo, mas daquelas pessoas que insistem em implantar processos de transformação radicais em suas organizações sem fazer uso de uma metodologia de change management adequada.
 
Atitude, ao meu ver, ainda mais x-treme do que saltar do avião segurando um guarda-chuva, ou usando apenas um xampu pára-quedas – de cabelo –, como contava aquela velha piada.
 
Metodologias para a implantação de projetos é que não faltam: desde aquelas abertas ao público em geral como a do PMI – Project Management Institute –, como as desenvolvidas internamente por consultorias e empresas com grandes necessidades nesta área.
 
Empresas em que o desenvolvimento de projetos até se confunde com seus objetivos de negócio: ou o que seria de um banco moderno, sem sua área de Tecnologia da Informação? E o que seria desta área se não um constante realizar de novos, novos e novos projetos?
 
Falta de metodologia para desenvolvimento de projetos, não é, portanto, é uma boa desculpa, nem uma boa explicação.
 
A resposta está, primeiro, na falta de uma visão mais abrangente do que se deve ter em mente quando se trata de implementar uma mudança. Como bem representa a postura de um alto executivo de uma empresa de consultoria internacional ao questionar a sugestão de meu sócio de aplicar ações de change management ao projeto de um banco em processo de alteração de grande parte de seus sistemas de negócio – contas correntes, contabilidade, investimentos, cobrança.
 
Difícil de acreditar, não? Pura verdade, entretanto. Espírito de aventura. Em doses elefânticas.
 
A segunda parte da explicação reside no fato do lado humano das organizações e, portanto, das transformações ser um quesito, nada esquisito, amplamente negligenciado pelas metodologias de gestão de projetos.
 
As transformações organizacionais têm sido uma constante no ambiente de negócios: fusões e aquisições, programas de reengenharia e de qualidade total, atuação em novos mercados e em novas geografias, abertura de novas unidades de produção e transferência maciça de pessoal, implantação de sistemas de gestão integrada – ERPs – e constante redução de pessoal.
 
Algo estranho e altamente importante vêm acontecendo nestes processos. A maioria destas iniciativas falha. Elas, simplesmente, não conseguem alcançar seus objetivos.
 
O professor John Kotter da Universidade de Harvard afirma que em 100 casos de transformação empresarial estudados, mais da metade sequer passou de suas fases iniciais e que a maioria possuía uma distinta tendência para o fracasso. Peter Senge, em A Dança das Mudanças, aponta na mesma direção quando afirma que as empresas não têm um histórico muito bom no que diz respeito à sustentação de mudanças significativas.
 
Mesmo que pudéssemos ignorar a competência da análise destes ilustres especialistas, presumo que fale ainda mais alto a experiência pessoal de cada um de nós, profissionais, que passamos e continuamos passando, por esta avalanche de transformações. Sabemos que estas iniciativas não têm dado certo, e experimentamos todos estes insucessos na carne.
 
Nossa experiência deixou a todos convencidos que a próxima mudança, o próximo programa de desenvolvimento organizacional vai falhar como todos os anteriores falharam, e que as pessoas, é que vão pagar mais esta conta. Que vamos terminar mais estressados, mas desmotivados e mais pressionados por melhores resultados.
 
Pergunta: o quê, definitivamente, têm impedido que organizações – dos mais variados portes e segmentos, possuidoras de acesso aos mais excelentes recursos materiais, tecnológicos e humanos – consigam implantar mudanças com êxito?
 
Resposta: gestores e metodologias falham no ponto mais sensível do processo de transformação: lidar com as pessoas.
 
Acreditam que tudo o que estava no papel – ou no Microsoft Project –, todas as maravilhas da estratégia seriam implantadas instantaneamente, sem necessidade de entendimento, sem que fosse necessário educar para o novo.
 
Que, as pessoas, simples e automaticamente, iriam entender as necessidades do negócio, as demandas do mercado, a pressão da concorrência. Que a transformação iria acontecer sem que as pessoas precisassem de tempo para transformar, também, a si mesmas.
 
As pessoas, a fonte mais preciosa de vantagem competitiva, foram abandonadas durante os processos que visavam exatamente alcançar esta vantagem. Empresas e mais empresas estão cada vez mais iguais. Têm tecnologia igual, sistemas informatizados iguais, processos administrativos iguais e igual resultado. E ainda perguntam por quê?
 
Estamos em um momento ainda mais delicado. Muitas empresas parecem missa de corpo presente: dezenas de corpos sem espírito jazendo dentro de andares e mais andares de escritórios e chãos-de-fábricas onde há mais vida nas máquinas do que em quem as opera.
 
Se queremos que nossos colaboradores estejam comprometidos com o sucesso de nossas iniciativas e de nossas organizações, temos que rever nossa forma de envolvê-los nestes processos.
 
Minha recomendação é que gestores dediquem-se a conhecer e a se aprofundar no estudo dos conceitos que envolvem a mudança e das técnicas de como administrá-las. Melhor, liderá-las.
 
Change Management e endo-marketing, muito longe de serem práticas acessórias, são ferramentas fundamentais, se desejamos reverter esta tendência natural de fracasso e buscar um índice muito mais positivo de sucesso. Para todos: organizações e colaboradores.
 
Change Management: como se consegue viver sem? – Certamente mal, meu amigo, muito mal.
 
Fonte
CUPAIOLO, Eduardo. Change Management – como se vive sem?. Disponível em: <http://www.peopleside.com.br/destaques/72.php>. Acesso em: 02 fev. 2006.
 
 

publicado em 19/08/2010 às 11h27

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